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70 Anos da Detecção de Mésons π em Laboratório por César Lattes

Odilon A. P. Tavares

Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF)

 

  

 

Local:  Auditório Ministro João Alberto Lins de Barros, no CBPF, à rua Dr. Xavier Sigaud 150, Urca, Rio de Janeiro (RJ)

Dia:  16 de outubro 2018 (terça-feira)

Horário: 16h

 

Entrada gratuita, sem necessidade prévia de inscrição. Público externo deve apresentar documento de identificação na portaria. 

 

Odilon A. P. Tavares

 

RESUMO:

O físico brasileiro César Lattes, trabalhando no H. H. Wills Physical Laboratory da Universidade de Bristol (UK) foi o pioneiro, em 1947, na detecção dos mésons da radiação cósmica em altitudes de montanha, como também, no ano seguinte, dos mésons produzidos no cíclotron de 184 polegadas do Radiation Laboratory da Universidade da Califórnia em Berkeley (EUA). O primeiro desses notáveis feitos de Lattes foi tema de palestra apresentada no Evento de Final de Ano do CBPF, em 14 de dezembro último (disponível na internet). No presente Colóquio, será apresentada a trajetória de César Lattes em direção à detecção dos mésons artificiais, acontecimento que inaugurou para o mundo da ciência a subárea “Física das Partículas Elementares com o Uso de Aceleradores”, e que, em particular, levou em 1949, no Rio de Janeiro, à fundação do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas-CBPF, hoje uma instituição do mais alto prestígio internacional, bem como, no passado, o catalizador para a criação do CNPq. César Lattes é orgulho dos brasileiros e da ciência universal.

 

BREVE CV:

Odilon A. P. Tavares (75) é Doutor em Física pelo CBPF (1978) onde é Pesquisador Titular desde 1985. É autor em cerca de 130 publicações, 100 delas em revistas de circulação internacional, sobre temas relacionados à radioatividade natural e artificial (desintegração por emissão de 1-próton, de 2-prótons, de partículas alfa, de clusters nucleares mais pesados, e por fissão) e reações nucleares de fissão, “spallation” e íons pesados. Um dos descobridores, em 1975, da radioatividade exótica, na qual o núcleo atômico emite fragmentos nucleares mais pesados do que a partícula alfa, atualmente é pesquisador aposentado, colaborador vinculado à Coordenação de Cosmologia, Astrofísica e Interações Fundamentais−COSMO do CBPF/MCTIC.

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