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Circuito pela Democracia, no CBPF, finaliza a mesa com nome de moderadora

  • Publicado: Quinta, 25 de Abril de 2019, 17h42
  • Última atualização em Quinta, 25 de Abril de 2019, 17h56
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Com a indicação de uma socióloga como moderadora, está definida a mesa de participantes do ‘Circuito pela Democracia: o que aconteceu com os físicos na ditadura no Brasil’, que ocorre amanhã (26 de abril), a partir das 14h30, no Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), no Rio de Janeiro (RJ). O evento reunirá ‒ para análises, depoimentos e debates ‒ historiadores, físicos perseguidos pelo regime militar, bem como familiares ou amigos destes últimos.

A organização do evento é da física teórica Ligia M. C. S. Rodrigues, pesquisadora aposentada do CBPF, que fará breve apresentação inicial. A moderação dos trabalhos será feita por Helena Bomeny, do Instituto de Ciências Sociais da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ).

Um dos objetivos do evento é dar aos presentes tanto uma visão geral da conjuntura histórica do pré e do pós-golpe quanto um relato sobre a perseguição aos físicos na ditadura. Essa parte ficará a cargo de dois historiadores: Maria Paula Nascimento Araujo, do Departamento de História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com o tema ‘História e memória da ditadura militar no Brasil’, e Antonio Augusto Passos Videira, do Departamento de Filosofia da UERJ, com ‘Os físicos durante a ditadura militar de 1964’.

A mesa ainda contará com depoimentos de físicos que passaram pela ditadura ‒ Alberto Passos Guimarães, pesquisador emérito do CBPF, com ‘O CBPF nos anos de chumbo’ ‒, além de familiares ou alunos de cientistas perseguidos:

  1. i) José Sergio Leite Lopes, do Museu Nacional (UFRJ), e Ângela Leite Lopes, da Escola de Belas Artes (UFRJ), com ‘José Leite Lopes: a perseguição e o exílio’;
  2. ii) Roberto Frota-Pessôa, médico cirurgião, com ‘Elisa Frota-Pessôa e Jayme Tiomno: efeitos da cassação’;

iii) Maria Helena Castro Santos, do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília, com ‘A ultima esperança: a experiência dos físicos na Universidade de Brasília em 1965’.

 

O evento ocorrerá no Auditório Ministro João Alberto Lins de Barros, no CBPF (ver serviço), com o término dos trabalhos previsto para as 18h.

A entrada é gratuita e não requer inscrição prévia ‒ público externo deve apresentar documento de identificação na portaria. O evento poderá ser acompanhado ao vivo pelo canal do CBPF no YouTube: https://www.youtube.com/user/CBPFvideos

 

O circuito

O Circuito pela Democracia é parte de um conjunto de eventos similares realizados, ao longo deste mês de abril, em várias instituições fluminenses, como Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Universidade Federal Fluminense (campus Volta Redonda), Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, Ordem dos Advogados do Brasil (seccional do Rio de Janeiro), Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

O objetivo principal do circuito é lembrar, por meio de atividades autônomas e descentralizadas, os 55 anos do golpe civil-militar e a ditadura que se instaurou no país pelos cerca de 20 anos seguintes, para que esse período sombrio da história brasileira seja tema de discussão ‒ e não seja esquecido e nunca volte a acontecer.

 

SERVIÇO

Evento: ‘Circuito pela Democracia: o que aconteceu com os físicos na ditadura no Brasil’

Dia: 26 de abril (sexta-feira)

Horário: a partir das 14h30

Local: Auditório Ministro João Alberto Lins de Barros, no CBPF, à rua Dr. Xavier Sigaud 150, Urca, Rio de Janeiro (RJ) ‒ entrada também pela Lauro Müller 455

Entrada: gratuita, sem necessidade de inscrição prévia (público externo deve apresentar documento de identificação na portaria)

Ao vivo: https://www.youtube.com/user/CBPFvideos

 

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