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Hackcovid19 começa à 1h de amanhã

  • Publicado: Quinta, 14 de Maio de 2020, 19h10
  • Última atualização em Sexta, 15 de Maio de 2020, 15h33
  • Acessos: 459

Com mudança de horário de última hora, começa oficialmente, à 1h de amanhã (15/05), o Hackcovid19, hackathon online que ocorrerá ininterruptamente até as 23h45 de domingo (17). Naquela primeira hora desta sexta-feira, hackers (mais de 700 deles até este momento) passarão a escolher para quais desafios (mais de 200 deles) querem apresentar soluções, em um trabalho conjunto que poderá ter a ajuda de mais de 100 mentores (especialistas).

A partir das 9h30 de amanhã, em transmissão online, pelo canal do CBPF do YouTube (https://www.youtube.com/user/CBPFvideos), ocorre a cerimônia de abertura do Hackcovid19, que contará com as boas-vindas do diretor do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), Ronald Shellard; da presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade Lima; e de Augusto Gadelha, diretor do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC).

CBPF, Fiocruz e LNACC, organizadoras do Hackcovid19, são instituições de referência nacional e renome internacional em suas áreas de pesquisa.

Depois das boas-vindas, iniciam-se as palestras do primeiro dia de evento. A primeira delas será ‘Como ter sucesso em um hackathon’, com Mateus Schoffen, organizador do Hackcovid19 e ganhador do hackathon ‘Together versus virus’, no Canadá. Em seguida, ‘O mundo pós-pandemia: os rumos da tecnologia’, por Guy Perelmuter, CEO da Grids Capital e colunista do jornal O Estadão.

Na parte da tarde, haverá a palestra ‘A importância da marca na criação de produtos e serviços inovadores’, dada por Gabriela Toledo, assessora em propriedade intelectual e contratos de tecnologia do Instituto Nacional de Tecnologia, no Rio de Janeiro (RJ). Encerrando o ciclo, vem ‘Comida saudável’, com a chef Débora Vetromila, da Vetrô Cozinha Saudável.

No sábado (16), segue o ciclo de palestras online: às 9h, ‘A ginástica laboral pode ajudar na melhora do desempenho durante o Hackcovid19’, por Rafael Santos, professor de educação física e fisioterapeuta; às 11h, ‘Transforme sua ideia em um produto inovador e de impacto no mundo pós-covid’, por Paulo Renato, do Sebrae Nacional; por fim e novamente, ‘Comida saudável’, com a chef Débora Vetromila, da Vetrô Cozinha Saudável.

 

Apoiadores

Desde o último dia 21 de abril – quando foram abertas as submissões de desafios, encerradas no último dia 08 –, o Hackcovid19 ganhou o apoio de instituições do Brasil e exterior: Centro de Pesquisas Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes/Petrobras); Wolfram Research; Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD); Escritório Mundial para a Propriedade Intelectual; Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas; Laboratório de Responsabilidade Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Slack; Logicalis; NVIDIA; e ART7 Locações e Eventos.

Um apoiador de primeira hora foi o Núcleo de Inovação Tecnológica das Unidades de Pesquisas do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações no Rio de Janeiro (NIT-Rio).

Algumas dessas instituições premiarão os três primeiros colocados do Hackcovid19 com produtos e serviços. Os ganhadores receberão também troféus e certificados.

Os três vencedores do Hackcovid19 serão escolhidos pela Comissão de Avaliação e Julgamento, segundo critérios expostos no portal da competição: http://www.cbpf.br/hackcovid19

A data de anúncio dos vencedores será revelada durante o hackathon.

As soluções premiadas poderão ser apresentadas em um fórum público (online) para possíveis patrocinadores e investidores. Os direitos autorais permanecem com os hackers (ver ‘Regulamento do Hackcovid19’ no site do evento).

 

Quem pode ser hacker?

Qualquer pessoa com mais de 18 anos de idade, email e acesso à internet pode se inscrever com hacker no Hackcovid19. Isso deve ser feito pelo portal http://www.cbpf.br/hackcovid19, na plataforma internacional de gerenciamento de hackathons Devpost (http://devpost.com). Importante: interessado(a)s em participar devem ter uma conta naquela plataforma.

Até o momento, mais de 700 hackers já demonstraram interesse no evento.

Na inscrição, cada hacker – que não precisa necessariamente saber programar – poderá escolher os desafios nos quais quer trabalhar, formando equipes – sugere-se que elas tenham, no mínimo, três e, no máximo, cinco pessoas – no mesmo portal da inscrição, a partir do qual também poderão acessar, por meio de um link, a plataforma do Slack, onde poderão começar os debates com mentores e também com ativadores.

Na seção FAQs (dúvidas frequentes), nesse mesmo endereço, estão links nos quais há explicações detalhadas sobre o Hackcovid19, o papel de cada categoria (ativadore(a)s, hackers e mentores), o regulamento do hackathon, entre outras informações sobre a competição.

Dúvidas poderão ser enviadas para o email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Também já está pronta uma ‘Base de Dados’ com recursos e iniciativas tecnológicas para a covid-19 que podem ser úteis para os participantes do hackathon. Essa base pode ser acessada em http://www.cbpf.br/hackcovid19/sct/hackcovid19-sct.html

 

O Hackcovid19

Basicamente, há três categorias de participantes em um hackathon (uma ‘maratona’ de hackers, em uma definição simples): mentores [no caso, convidado(a)s pelos organizadores], ativadores e hackers. Os ativadores propõem desafios, enquanto os mentores (especialistas convidados) orientam os hackers (programadores, designers etc.) sobre a melhor forma de achar uma solução para o desafio proposto (apps, serviço, equipamento etc.).

O objetivo de um hackathon é gerar inovações tecnológicas. No fim de um evento assim, um comitê escolhe os vencedores.

Com viés científico (e não empresarial), o Hackocovid19 ocorrerá de 15 a 17 de maio próximo, a partir das 1h da sexta-feira (15), encerrando-se às 23h45 de domingo (17). Por ter formato online (em razão do isolamento social), será feito por meio de programas de bate-papo ou videoconferência.

 

(Crédito: Maria Negreiros)

 

O objetivo do Hackcovid19 é que indivíduos e equipes apresentem soluções inovadoras, rápidas e de baixo custo (apps, serviços, equipamentos etc.) – voltadas, preferencialmente, para o cenário fluminense. Essas soluções devem, por exemplo, minimizar os problemas do isolamento e da quarentena e/ou facilitar o trabalho dos profissionais de saúde no enfrentamento da pandemia.

 

Organização

O evento é organizado pelo Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) – ambos no Rio de Janeiro (RJ) –, bem como pelo Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), em Petrópolis (RJ), instituições que são referências nacionais em suas áreas de atuação e emprestarão para o evento sua infraestrutura (supercomputadores, base de dados, internet etc.).

Segundo os organizadores, a ideia é “tentar ajudar a sociedade neste momento de crise com as ferramentas científicas que nós, cientistas e tecnologistas, conhecemos e das quais dispomos, fazendo dessa iniciativa uma mobilização solidária da ciência e tecnologia a favor da vida”.

As hashtags do hackathon nas mídias são #cienciaetecnologiaafavordavida e #cientistaspelavida

 

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